Desde muito nova que aprecio coisas antigas. Estes postais, uns a preto e branco, outros com tonalidades muito pálidas, alguns de monumentos de Paris, da Madeira, imensos de "Cintra" e ... de Cascais, estão comigo desde que do baú os tirei e guardei numa caixa que ainda tenho.
Hoje, todos acham piada ao facto de eu ter guardado as coisas que já eram das avós, gostam de as ver e perguntam-se onde estariam, se não fosse este gosto que me acompanha pela vida e a minha determinação.
Quando gostava de algo, pedia.
E a avó São dava com prazer porque também sabia que eu seria uma fiel depositária das suas recordações.
(T.G.)
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